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FUNCEF suspende início de equacionamento previsto para o próximo dia 20

A cobrança da taxa de contribuição extraordinária referente ao Equacionamento de 2015 para participantes do REG/Replan Saldado não será iniciada em 20 de julho de 2017. Todos os trâmites internos na Fundação já foram concluídos para a finalização do Plano de Equacionamento, porém a FUNCEF aguarda a anuência da Patrocinadora e dos órgãos de controle. Os participantes serão informados sobre nova data para o início da cobrança.
 
Como já divulgado no site da FUNCEF, a implementação do plano de  equacionamento do REG/REPLAN Saldado, inicialmente previsto para o próximo dia 20/07, foi adiado.
O plano aprovado pela FUNCEF em 26/05 último, foi encaminhado à CAIXA em 31/05 e aprovado pelo Conselho Diretor daquela Patrocinadora no dia 04 de julho, com previsão para apreciação pelo seu Conselho de Administração no dia 13/07 próximo. Após esse trâmite interno na CAIXA, o plano deverá seguir para a SEST – Secretaria de Controle das Empresas Estatais para exame e aprovação. Somente após essa aprovação, o plano deverá ser considerado apto para implementação.
 
As condições previstas no plano de equacionamento foram construídas em estrito cumprimento das normas legais aplicáveis. Essas normas, como toda norma por sua natureza, são gerais e aplicáveis a todos os casos que nelas se enquadrem, sem atentarem para casos individuais e concretos, razão pela qual não atendem a casos especiais.
 
A situação da FUNCEF, na nossa avaliação, poderia se enquadrar entre esses casos especiais e, por conseguintes, mereceria tratamento diferenciado, uma vez que o déficit a ser equacionado é composto, em partes significativas, por prejuízos causados por atos praticados e já reputados como irregulares e lesivos à Fundação, conforme resultados das diversas investigações feitas pela CPI dos Fundos de Pensão, pelo MPF e pela PF, além de valores contabilizados como passivo judicial decorrentes de problemas nas relações trabalhistas entre a CAIXA e seus empregados.
 
Além desses fatores, a situação da FUNCEF comporta a expectativa de ocorrências de fatos que terão reflexos positivos em seus números e que, em uma situação especial, poderiam influir no valor final do déficit a ser equacionado, tais como o acordo de leniência firmado pelo MPF com a JBS e que representará, como ultimados os trâmites legais para sua validação, uma entrada significativa de recursos para a FUNCEF; e a retomada das negociações para a solução desse passivo judicial, que traz uma expectativa de solução, em médio prazo, para a questão.
 
Desde a semana passada, os participantes da FUNCEF, numa demonstração legítima e vigorosa de descontentamento, têm enviado inúmeras mensagens a nós, diretores eleitos, e à Presidência da Fundação. Essa manifestação, elogiosa e, no nosso entendimento, coberta de razão, foi uma grande demonstração de maturidade política e uso dos meios possíveis para trazer mais presente à Fundação uma percepção que, já para nós era clara, no sentido de que os participantes não aceitam passivamente participar do equacionamento do déficit, mas sim desejam justiça e que as responsabilidades pela situação atual da FUNCEF sejam apuradas e os valores dos prejuízos causados sejam restituídos aos seus legítimos donos.
 
Diante desse quadro, os diretores eleitos, na sexta-feira passada (07/07/17), se manifestaram internamente defendendo o adiamento do início da cobrança do plano de equacionamento, a fim de possibilitar a rediscussão do TAC firmado com a PREVIC visando a dilatação do prazo para essa implementação e, com isso, possibilitar a discussão sobre os aspectos mencionados e seus reflexos no déficit contabilizado.
Decidido o adiamento do início da cobrança do plano de equacionamento do Saldado, na reunião da Diretoria Executiva dessa quarta-feira, dia 12/07/2017, será apreciado Voto do Diretor eleito Délvio Brito, da Diretoria de Benefícios, com a finalidade de formalizar a situação. Após, devido à competência estatutária do Conselho Deliberativo, o Voto será levado à deliberação daquela instância. Paralelamente a isso, passaremos ao debate, na FUNCEF e com a PREVIC, sobre a possibilidade de inclusão dos temas sobre o passivo judicial, o tratamento dos prejuízos causados por condutas irregulares e os reflexos do acordo de leniência sobre o déficit a ser equacionado.
 
Com esse debate, pretendemos fazer com que a PREVIC permita que a FUNCEF dê o tratamento devido aos diversos componentes do déficit, conforme a sua origem e, com isso, possibilitar que os participantes não sejam onerados com cobranças de valores deficitários que, na realidade, são de responsabilidade de terceiros. Ao mesmo tempo, daremos um reforço à nossa atuação no sentido de dar consecução às negociações com a CAIXA relativas ao passivo judicial, além de acompanhar a atuação do Ministério Público, no âmbito da Operação Greenfield.
 
A participação de todos é importante, pois essa luta é de todos nós! Nós, da Gestão CONTROLE E RESULTADO estamos atuando fortemente, com a ajuda de vocês, participantes, na luta para fazer com que a FUNCEF seja cada vez mais segura, para que possa cumprir com a sua missão, pagar os benefícios para os quais contribuímos durante toda a nossa vida de trabalho na CAIXA.

FONTE: funcef.com.br

Posse do novo presidente reúne gestores de todo o Brasil.

O novo presidente da Federação Nacional das Associações dos Gestores da Caixa Econômica Federal (FENAG), Almir José de Sousa, tomou posse na noite desta quarta-feira (5), em Brasília, durante evento que reuniu 120 convidados entre gestores, autoridades e empregados da Caixa Econômica Federal (CEF). Realizada nas instalações do hotel Windsor Plaza, a cerimônia de posse apresentou a nova diretoria executiva composta pelo presidente, vice-presidente, oito diretores, seis conselheiros fiscais e cinco vice-presidentes regionais.

Gerente Geral do estado do Paraná, Almir é membro da AGECEF desde os anos 90, tendo ocupado diversos cargos neste período. De acordo com o novo presidente, a sua missão é assumir o trabalho de qualidade que já vinha sendo feito pelo ex-presidente Nilson Moura e sua diretoria. “Quero dar continuidade e cada vez mais evoluir e profissionalizar a FENAG. A Caixa trabalha com políticas públicas e nossos gestores estão lá na ponta prestando serviços para a sociedade. Esse momento político que vivemos é um complicador, mas também uma oportunidade de fortalecimento da empresa por meio dos seus gestores. Por isso é importante pensarmos sempre em prestar um bom serviço à sociedade”, disse.

Nilson Moura, ex-presidente, elencou durante seu discurso as ações que foram realizadas durante a sua gestão. “Durante esses quatro anos que estivemos à frente da FENAG conseguimos transformá-la dando maior visibilidade a ela”. O gestor citou ainda a trajetória de sucesso da sua diretoria junto à Federação. “Firmamos muitas parcerias importantes e estivemos em várias ocasiões no Congresso Nacional nos reunindo com os mais diversos deputados e senadores, sempre levando a bandeira em defesa da Caixa e dos empregados”.

Presente ao evento, o deputado Aliel Machado parabenizou a nova diretoria e falou sobre o papel da Caixa. “A Caixa Econômica cumpre um papel importantíssimo na vida de todo brasileiro e os gestores são aqueles que fazem a instituição acontecer de verdade. Sei que toda a diretoria tem uma larga experiência de trabalho, de dedicação voltada ao banco e agora, por meio da FENAG, tenho certeza absoluta que irão contribuir com sua experiência para uma gestão de qualidade”, afirmou.

Sobre a FENAG

A FENAG teve sua primeira gestão em 1992 e, desde então, promove encontros nacionais congregando 31 associações de diversas regiões do País. Entre seus objetivos estão: representar as Associações de Gestores (AGECEF) estimulando sua união, solidariedade, defesa dos interesses dos associados e apoiando suas reivindicações; estimular às AGECEF para o investimento no desenvolvimento intelectual, cultural e profissional à todos os gestores; promover congressos e encontros entre as associações filiadas; prestar assessoria jurídica, técnica e administrativa à todas os gestores associados as AGECEF; exercer atividades de caráter filantrópico; atuar e zelar em defesa da imagem da CAIXA, cooperando tanto com a própria, quanto com as demais entidades ligadas a ela. Defesa incondicional dos participantes do Fundo de Pensão dos empregados da CAIXA a FUNCEF.

Por fim a FENAG representa os mais de 20.000 gestores da Caixa Econômica Federal.


Durante evento realizado na Capital Federal, Almir Sousa assume Federação.

A Federação Nacional das Associações dos Gestores da Caixa Econômica Federal (FENAG) empossa seu novo presidente no próximo dia 5 de julho, em Brasília, durante evento que contará com a presença de associados, gestores e autoridades da Administração Pública Federal e do Congresso Nacional. No mês de abril, a chapa ‘Liderança e Evolução’, composta por Almir José de Sousa e pelo vice Mairton Neves, foi eleita pelos associados das AGECEF após amplo debate entre as 31 Associações dos Gestores de todo Brasil.

Gerente Geral do estado do Paraná, Almir é membro da AGECEF desde os anos 90, tendo ocupado diversos cargos, inclusive o de presidente. Hoje, o profissional é um dos membros da atual diretoria da FENAG. Almir Sousa ocupa, a partir da sua posse, o cargo comandado atualmente pelo presidente Nilson Moura, que esteve à frente da Federação por quatro anos.

A FENAG se consolidou como uma das principais entidades representativas que se engajaram na luta em defesa da CAIXA 100% PÚBLICA. Desde o início de 2015, quando surgiram os primeiros rumores de intenção de abertura do capital da CAIXA, a Federação passou a incluir como bandeira de luta e atuação a defesa da CAIXA 100% Pública.

Em sua atuação mais recente, a FENAG tem acompanhado de perto a tramitação da Reforma Trabalhista. Nos últimos meses de maio e junho, os membros da Federação estiveram com os senadores Ricardo Ferraço, Humberto Costa e Paulo Paim, levando a preocupação da entidade com o artigo que tratava sobre incorporação de função gratificada.

Sobre a FENAG

A FENAG teve sua primeira gestão em 1992 e, desde então, promove encontros nacionais congregando 31 associações de diversas regiões do País. Entre seus objetivos estão: representar as Associações de Gerentes (AGECEF) estimulando sua união, solidariedade, defesa dos interesses dos associados e apoiando suas reivindicações; estimular às AGECEF para o investimento no desenvolvimento intelectual, cultural e profissional dos associados; promover congressos e encontros entre as associações filiadas; prestar assessoria jurídica, técnica e administrativa à todas os gestores associados as AGECEF; exercer atividades de caráter filantrópico; atuar e zelar em defesa da imagem da CAIXA, cooperando tanto com a própria, quanto com as demais entidades ligadas a ela. Defesa incondicional dos participantes do Fundo de Pensão dos empregados da CAIXA a FUNCEF.

Por fim a FENAG representa os mais de 20 gestores da Caixa Econômica Federal.

                                                        

Representantes de várias AGECEF’s representaram os Gestores da CAIXA no 33º CONECEF, que aconteceu em São Paulo, no último final de semana.

Esses representantes defenderam, principalmente, as propostas que compõem a pauta da classe, que foram apresentadas através de suas bases nos estados.

O Diretor de Relações Trabalhistas e Qualidade de Vida, Marconi Apolo, coordenou os trabalhos do grupo, durante o CONECEF. Segundo o Diretor, o primeiro objetivo já foi alcançado, com a inclusão das propostas nas bases. Agora, o nosso papel no CONECEF é a defesa das propostas, para que elas façam parte do documento que será aprovado ao final do evento, e será levado à Mesa de Negociação Permanente, através da CEE/CAIXA.

Ainda segundo o Diretor Marconi Apolo, “a classe gerencial da CAIXA, através dos seus representantes, dirigentes das AGECEF”s e da FENAG, tem grande potencial para contribuir para a construção de um documento, a partir do CONECEF, que represente os anseios, as necessidades e as expectativas de todos os empregados da CAIXA e a realidade da nossa empresa, com base numa conjuntura política e econômica”.

A pauta dos gestores contempla vários temas, como GDP, verticalização, controladoria das unidades, atribuições de cargos, SIPON, análise curricular em PSI, condições de trabalho, reposição de empregados, saúde mental no trabalho e FUNCEF.

                                                              

Foi rejeitado por 10 votos a 9, na Comissão de Assuntos Sociais o relatório de Reforma Trabalhista apresentado pelo senador Ricardo Ferraço PSDB/ES.

No lugar do parecer do senador Ferraço, a Comissão aprovou um texto alternativo, do Senador Paulo Paim (PT-RS), que recomenda a rejeição integral da reforma.

Mesmo com a reprovação o relatório segue a Comissão de Constituição e Justiça. No tramite no senado o relatório passa por três comissões: a Comissão de Assuntos Econômicos – CAE (que aprovou o relatório do Senador Ricardo Ferraço), a Comissão de Assuntos Sociais – CAS (que votou e reprovou o relatório hoje) e a Comissão de Constituição e Justiça – CCJ (que será a próxima Comissão a analisar o Projeto). Depois disso a Proposta de Reforma Trabalhista vai para o plenário do Senado, onde haverá a votação final.

A FENAG tem acompanhado de perto a tramitação da Reforma Trabalhista desde que ela era discutida na Câmara Federal. Nos últimos meses de maio e junho, os membros da FENAG estiveram com os senadores Ricardo Ferraço, Humberto Costa e Paulo Paim, levando a preocupação da entidade com a possível aprovação da Reforma pelo Senado Federal, nos moldes em que fora aprovada na Câmara Federal, externando principalmente a preocupação com o artigo 468, parágrafo segundo que determina o fim da incorporação da função gratificada.

Entendemos que a rejeição do relatório do relator Ricardo Ferraço é uma importante demonstração que é possível barrar a Reforma Trabalhista e rediscutir com a sociedade novos caminhos.

 

 



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