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FENAG participa do evento “CAIXA - 200 dias com você” e da Reunião de Trabalho VICLI

A convite do Vice-Presidente da VICLI, Paulo Henrique Costa, o Presidente da FENAG, Mairton Neves, participou nesta quinta-feira, 18, no hotel Royal Tulip Alvorada, Brasília, do encontro “Caixa - 200 dias com você”. O presidente da CAIXA, Nelson de Souza, conduziu o evento, que contou com a presença de todo o Conselho Diretor e demais Gestores do alto escalão da Caixa.

O objetivo da reunião foi uma espécie de prestação de contas dos 200 dias do Presidente Nelson no comando da Caixa e apontar os caminhos da empresa até o final do ano. No período da tarde, participando da Reunião de Trabalho VICLI, o Presidente da FENAG apresentou para os gestores a história, os valores, a missão e as atuações da Federação, além de destacar quais são as expectativas para as próximas ações. Na oportunidade, Mairton Neves ressaltou a importância da FENAG para os participantes: “O nosso papel é defender o interesse dos gestores e da CAIXA. A Federação representa todos vocês. Contem com a gente.” destaca.

Em sua fala, o Presidente da CAIXA, Nelson de Souza, enfatizou a importância da FENAG e reconheceu o nosso papel, valorizou as pessoas para conseguir os resultados, informou que a Caixa já ultrapassou os R$ 9 bi e informou sobre o lançamento de um novo PDV, possivelmente em novembro.

“Assédio moral - a dor invisível é a mais cruel” - atual campanha da FENAG - também foi pauta do discurso do presidente. Em sua apresentação, ele reforçou a importância do combate às condutas que caracterizam o assédio moral: “ O objetivo da Federação é trazer o tema para discussão, trabalhar a conscientização e evitar possíveis problemas de saúde que estejam relacionados ao tema. "Lutar por um ambiente sadio e respeitoso nas organizações é o nosso foco, entendemos que liderar é inspirar."

A campanha, que teve início no dia 30 de setembro, está sendo divulgada nas redes sociais da Federação. Acompanhe! Fale conosco!

Para finalizar, Mairton Neves agradeceu a presença de todos e colocou-se à disposição para quaisquer dúvidas em relação à FENAG. Confira o vídeo completo da apresentação do presidente.




Confira o vídeo:

Não foi apenas uma brincadeira. Não foi somente um elogio.  Foi assédio sexual.

A mulher vem conquistando, cada dia mais, seu espaço no mercado de trabalho, sobretudo em empresas públicas e, inclusive, nos ramos financeiros onde vem assumindo posições nas áreas de gestão e liderança. Entretanto, apesar de ver sua força produtiva e capacidade de independência sendo reconhecidas, infelizmente, a precarização, o abuso e a opressão as acompanharam também aos postos de trabalho. Muitas trabalhadoras ainda sofrem com um mal enraizado: o assédio sexual.

Na grande maioria dos casos, as vítimas são mulheres e o assediador, homem, embora possa ser o contrário, entre pessoas do mesmo sexo, gênero e hierarquia. Nas relações trabalhistas, normalmente é discriminatório, pois as profissionais do sexo feminino ainda são minoria em grande parte dos ambientes corporativos, principalmente, nas posições hierárquicas superiores. Havendo diferenças de classes, configura crime e até pode ser praticado por terceiros desvinculados da empresa como clientes e/ou fornecedores.

De natureza lasciva, explícita ou sutil, o assediador sexual oprime fisicamente, verbalmente, gestualmente ou outros meios, propondo ou impondo contra o desejo da vítima, constrangendo-lhe e violando direitos fundamentais como liberdade sexual, dignidade, intimidade, privacidade, honra, igualdade e local de trabalho sadio e seguro.

Por chantagem, exige uma conduta libertina para obter vantagem ou favorecimento sexual em troca de benefícios ou para evitar prejuízos na relação trabalhista e, desde 2001, é crime previsto no art. 216-A do Código Penal com pena em detenção de um a dois anos. Por intimidação ou ambiental, há provocações sexuais inoportunas no local de trabalho prejudicando a atuação da assediada ou criando uma condição de ofensa, intimidação ou humilhação. Neste caso, é falta grave do assediador e punível com sua dispensa ou outras medidas disciplinares como transferência de função e/ou estabelecimento, alteração de turno de trabalho e compensação à vítima por danos morais e materiais.

As vítimas de assédio sexual enfrentam barreiras para romper com o silêncio e acabam por se culparem, mas seu comportamento e vestimenta não legitimam a atitude e as intenções do sujeito nem seu silêncio denota anuência. Assim, a discriminação não é uma condição inerente à figura feminina. Ela ocorre nas interações com o ambiente que a cerca advindo da coletividade da qual está inserida.

A Convenção 111 da Organização Internacional do Trabalho determina que um ambiente corporativo sadio seja acessível e inclusivo, isto é, precisa propiciar meios de ingresso e permanência como parte integrante. Contudo, nas organizações de trabalho, o assédio sexual tem sido rotina como forma de subjugar as competências profissionais das mulheres, ferindo os princípios da dignidade humana, da valorização social do trabalho e da igualdade de oportunidades no acesso e manutenção do emprego.

As mulheres devem manifestar rejeição para cessar o problema: falar diretamente não ao agressor, evitar sua companhia na ausência de outras pessoas, se informarem e buscarem por uma rede de apoio dentro e fora do trabalho: colegas que já sofreram ou testemunharam casos, superiores hierárquicos e instâncias competentes como Ouvidoria, além de familiares e amigos.

Não se pretendeu tratar, aqui, somente de puro e simples sexismo, afinal a luta pelo fim do assédio sexual não exclusiva das mulheres versus homens. O dever de construir um ambiente profissional sadio, inclusivo e seguro que garanta a plena igualdade de direitos e oportunidades é de todos. Precisamos romper paradigmas, estereótipos e preconceitos para construirmos uma sociedade que reconheça, respeite e prestigie a diversidade. Por ser o trabalho considerado uma extensão do ser humano, as profissionais femininas não se definem apenas como um corpo físico, também somos dotadas de virtudes intelectuais. Portanto, também merecemos respeito e também queremos ser respeitadas.

FENAG apresenta campanha nacional de combate ao assédio moral à CAIXA e entidades representativas

O Presidente da FENAG, Mairton Neves, e o Diretor de Representação Institucional, Marconi Apolo, cumpriram agenda em Brasília, nos dias 09 e 10 de Outubro.

Uma das principais pautas da agenda foi a apresentação da Campanha Nacional de Combate ao Assédio Moral à CAIXA e às Entidades Representativas.

A primeira reunião aconteceu no dia 09, com o Vice-Presidente da VICLI, Paulo Henrique Costa. A FENAG entregou ao VP um documento contendo informações acerca da nossa campanha, que elogiou a iniciativa da Federação a manifestou o apoio de sua Vice-Presidência. Reforçou a importância do combate às condutas que caracterizam o assédio moral e defendeu a construção de um clima organizacional favorável que possa contribuir positivamente para o alcance dos objetivos empresariais e individuais. Se colocou à disposição para atender às demandas da FENAG na campanha, principalmente para o tratamento de casos emblemáticos identificados.

Ainda no dia 09, a FENAG foi recebida pelo Gerente Nacional da GESEC (Gerência Nacional de Serviços Compartilhados de Gestão de Pessoas), Edgard Rodrigues. Na reunião, o Gerente Nacional apresentou alguns números relacionados à saúde dos empregados da CAIXA e também assumiu o compromisso de dar a sua contribuição à nossa iniciativa. Uma das formas sugeridas foi a orientação às GIPES para a realização de Rodas de Diálogo, para tratar do tema.

No dia 10 a agenda começou com uma reunião com o Presidente da FENAE, Jair Ferreira, que de pronto parabenizou a FENAG pela iniciativa. Também falou sobre os números apresentados na pesquisa realizada recentemente, de iniciativa da própria FENAE, relacionada à saúde dos empregados da CAIXA. Falou sobre a necessidade, mais do que nunca, da união das forças representativas dos empregados da CAIXA, na defesa da nossa empresa. Destacou o bom trabalho que vem sendo realizado pela FENAG, que consegue dar uma maior visibilidade da Federação. O Presidente da FENAE ainda gravou um vídeo, para falar sobre a campanha da FENAG e sobre a pesquisa da FENAE.

Outra entidade que recebeu a FENAG foi a ADVOCEF. Representada na ocasião pelo seu Diretor de Relações Institucionais, Carlos Castro, também elogiou a FENAG pela campanha. Falou da importância de se tratar desse tema, num momento de grandes cobranças por resultados. Gravou um vídeo para a campanha, falando do apoio da ADVOCEF à iniciativa, e destacando alguns aspectos relacionados ao tema.

A CORED (Corregedoria da CAIXA) foi outra unidade da CAIXA que foi visitada pela FENAG. A visita, que ocorreu no dia 10, foi uma oportunidade muito importante para a FENAG tratar desse tema, justamente com uma das áreas que estão mais envolvidas. O Gerente Nacional da GEAPD, Fábio Peres Pardo, representou a Corregedora da CAIXA, Girlana Granja Peixoto. O Gerente Nacional falou sobre os processos que passam pela CORED, relacionados à prática de Assédio Moral, destacando a importância de uma campanha como a da FENAG.

Ainda no dia 10,a FENAG realizou uma transmissão ao vivo, pela sua página do Facebook, com a participação dos seus diretores (Mairton e Marconi) e da Psicóloga Dra. Vera Roesler, que está prestando assessoria à FENAG, na campanha. Com uma duração de mais de 50 minutos, o bate-papo foi uma oportunidade de tratar, de forma mais aprofundada, do conceito, das causas e consequências do Assédio Moral. O vídeo está disponível na página.

O Diretor Marconi Apolo fez uma avaliação muito positiva das reuniões para tratar do tema, ocorridas nesses dois dias, em Brasília. Não tem como não destacar a iniciativa de uma entidade que representa gestores, de lançar uma campanha de cunho educativo e combativo, para tratar desse tema de fundamental importância, pois tem como desafio principal a imersão de todos numa profunda reflexão sobre condutas adotadas que possam caracterizar a prática do assédio moral e/ou que estejam causando o adoecimento das pessoas.

O Presidente Mairton Neves destacou a felicidade das pessoas como premissa para motivar aqueles que fazem as entidades representativas dos gestores da CAIXA a aceitarem o desafio de promover uma campanha tão importante como essa, onde envolve os mais diversos atores, mobilizados para a construção de ambientes saudáveis, com pessoas felizes.

A Campanha, que teve início no dia 30 de setembro, está sendo divulgada pelas redes sociais, com destaque para as páginas da FENAG no facebook (https://www.facebook.com/fenag.org.br) e no Instagram (https://www.instagram.com/fenagcaixa).

 

Reunião com o Diretor da ADVOCEF, Carlos Castro
Os diretores da FENAG são recebidos pelo GN Fábio Peres, na CORED.

Apresentação da
Campanha à FENAE
FENAG sendo recebida pelo Vice Presidente da CAIXA, Paulo Henrique Costa

Diretores da FENAG com o Gerente Nacional Edgard Rodrigues (GESEC).
Mairton e Dra Vera
Pela não violência nas organizações

Sim, eu também já passei por assédio moral!

Para mim em um primeiro momento, foi como uma dor não aceita, como se eu tentasse me convencer, “isto não é nada, deixa para lá é só o jeito da pessoa”, pois era exatamente isto que eu ouvia dos meus colegas mais próximos.

Por mais, que eu me esforçasse a não admitir o que estava acontecendo, a dor aumentava e com isto, o medo , insegurança, começaram afetar minhas relações, meu desempenho e pouco a pouco a minha saúde, dormir já não era mais fácil como antes e o coração parecia acelerar mais do que o normal.

O assédio moral, é uma forma de violência, nos sentimos feridos pois é uma agressão a nossa dignidade, entrar em contato e aceitar o que sentimos, pode ser um dos primeiros passos de acolhimento diante da situação.

A não violência, por sua vez, vem do sânscrito ahimṣā, o que significa ausência de desejo de ferir, é a prática pessoal de não causar sofrimento a si próprio ou a outros seres sob qualquer circunstância. Norteia-se fundamentalmente pelo princípio de integridade e respeito à condição humana.

A não violência compreende que o fim é consequência dos meios, uma releitura de "o fim justifica os meios". Hoje percebemos o alcance de resultados muitas vezes não sustentáveis, principalmente quanto a saúde emocional das pessoas. Estratégias para atingimento de metas, carregadas por desrespeito, discriminação, raiva, exclusão certamente não contribuirão para um fim que considere a dimensão humana.

A comunicação não violenta (CNV), também conhecida como comunicação empática nos faz lembrar da nossa humanidade, como uma forma de equilíbrio para a conquista de resultados integrando a esfera emocional e relacional. Marshall Rosenberg, define a abordagem em “habilidades de linguagem e comunicação que fortalecem a capacidade de continuarmos humanos, mesmo em condições adversas”, ou seja, um modo de diálogo que transcenda a polarização da passividade e agressividade, e encontre o caminho do meio, através da autoempatia, escuta ativa e expressão autêntica.

Olga Botcharova, explica que o ciclo da violência se quebra quando há a consciência, aceitação e expressão da dor. A autoempatia, pode contribuir primeiramente como uma ação de autocuidado, ajudando a nos conectar com os sentimentos e necessidades que foram feridos em uma situação de agressão, considerando também a possibilidade de empatia com o agressor, ficando a questão, por que ele (a) faz o que faz?

A escuta e expressão autêntica, intencionam a partilha de sentimentos, necessidades e pedidos, numa linguagem que mantenha o respeito, para consigo e para com o outro, de maneira que cuide do segundo princípio da não violência, a sarvodaya que significa “bem comum”, como um caminho a ser trilhado por meio de novas formas de relações que cuide do bem estar de todos.

“Quando sinto que fui ouvido e escutado, consigo perceber meu mundo de maneira nova e ir em frente” Carl Rogers


Andressa Miiashiro é Psicóloga, Pós Graduada em Administração em RH pela FAAP e em Psicodrama pela PUC SP. Idealizadora e professora de Formação de Coaching com Psicodrama para Psicólogos e Psicodramatistas, mentora e supervisora de coaches. Coautora do livro O Poder do Coaching, coordenadora do dossiê sobre Psicodrama da Revista Coaching Brasil Ed. 47.

 

Parecer Jurídico sobre 7ª e 8ª horas extras - CCT 2018-2020

A FENAG consultou a sua assessoria jurídica sobre os efeitos da Cláusula 11 da CCT FENABAN 2018-2020 (sujeita a confirmação, já que ainda não publicada), relativamente aos empregados da Caixa Econômica Federal.

Em resumo, o Assessor Jurídico da FENAG Dr. Rogério Ferreira Borges diz:

"1. A Cláusula 11, §1º CCT autoriza a “compensação” do valor da gratificação de função com o valor das horas extras decorrente de processo judicial de “7ª e 8ª horas extras” vitorioso, promovido pelo bancário a partir de 01.12.2018;”

“2. Isso, matematicamente, anula por completo o saldo de “7ª e 8ª horas extras” de qualquer empregado da Caixa com direito, e só não gera dever de devolução em razão de Cláusula específica da CCT, que veda essa imposição ao bancário;”

3. “A Cláusula 11, §1º CCT foi fruto de negociação coletiva pelas duas entidades confederativas (CONTEC e CONTRAF), não havendo óbice de conteúdo nos moldes da “reforma trabalhista” (arts. 611-A e 611-B da CLT), sendo possível que a Justiça do Trabalho reconheça a sua completa validade, à luz do prestígio da autonomia negocial coletiva;”

4. “Sendo reputada válida, em princípio, a Cláusula 11, §1º CCT irá afetar parte dos empregados da Caixa – todos os comissionados gerenciais “pré-98”, admitidos até 14.09.1998, com direito adquirido à jornada de seis horas pelo PCS/89, assim como os gerentes médios com pretensão de recebimento da “7ª e 8ª extras” com base na tese  da “descaracterização do cargo de confiança”, que é acolhida por alguns Tribunais Regionais, notadamente pelo TRT/10ª (DF), 4ª (RS), 9ª (PR) e 8ª (PA), havendo ainda julgados esparsos favoráveis nas demais Regiões.”

A FENAG buscou entender em que momento essa cláusula foi discutida, tendo em vista que a Federação participou da Mesa Específica CAIXA e CONTEC e em  nenhum momento falou-se sobre esta proposta; foi quando soube que a negociação acontecera na Mesa Fenaban, que envolvia todos os Bancos e da qual a FENAG não participou.

Diante do exposto e após conversas com as Centrais Sindicais sugerimos:

- Perguntar ao Sindicato dos Bancários da sua base se aquele Sindicato já entrou com Ação Coletiva da 7ª e 8ª HE (Segundo a Central Sindical a maioria dos sindicatos entraram com esta ação no período pré-Reforma Trabalhista);

- Caso O Sindicato tenha entrado com a Ação Coletiva, confirmar se você está sindicalizado e faz parte daquela base sindical;

- Caso o Sindicato não tenha entrado com a Ação, confirmar se pretende entrar até o dia 30/11/2018, prazo final para garantia do direito;

- Caso negativo, cabe ao Associado decidir se entrará ou não com a Ação Individual. Decidindo entrar com a Ação Individual, poderá utilizar a assessoria jurídica da sua AGECEF, o Advogado da FENAG Dr. Rogério ou qualquer outra escolha.

- Recomendamos acompanhar de perto o prazo final para entrada da Ação (Coletiva ou Individual) que é 30/11/2018.

Estamos à disposição para quaisquer dúvidas sobre o caso.

FENAG – Federação Nacional das Associações de Gestores da CAIXA

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