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10
Jun

38º CONECEF: primeiro dia discute direitos dos empregados da Caixa

Mesa predominante por empregada e ex-empregadas do banco público foi taxativa na defesa do mais de 80 mil empregados de todo o Brasil

Três mulheres: a conselheira de Administração da Caixa, representante dos empregados, Rita Serrano, a ex-presidenta da Caixa (2006 – 2011), Maria Fernanda Coelho, e a deputada federal e ex-empregada do banco público, Erika Kokay (PT/DF) abriram o primeiro dia de debates do 38º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa - Conecef, nesta quinta-feira (9), com o painel “Defesa dos bancos e das empresas públicas e defesa da Caixa 100% pública”.  

Maria Fernanda defendeu a urgência dos empregados da Caixa e demais brasileiros refletirem sobre os rumos do banco público e social, tão importante na implementação de políticas públicas, como aumento da rede de atendimento, pagamento do Bolsa Família e outros programas sociais, além do acesso ao crédito, que já ofertou mais do que aqueles privados.  “Isto reflete positivamente no processo de valorização dos bancos e do patrimônio público para a Caixa recuperar sua capacidade de fomentar o desenvolvimento e combater as desigualdades sociais. Aprovem propostas que direcionem ao fortalecimento da função social da Caixa, fundamental à sociedade brasileira”.

Rita Serrano afirmou que os empregados da Caixa são protagonistas da própria história e precisam ser ousados para requerer uma empresa que humanize as relações de trabalho, valorize os empregados e colabore com o desenvolvimento sustentável do país: “perenidade da Caixa 100% pública e social interessa à sociedade”.  

A deputada Érika Kokay, empregada da Caixa, contestou as ameaças de privatização das empresas públicas, sobretudo a Caixa, como a Eletrobras e a Petrobras: “os ataques à Caixa 100% pública e social visam privatizá-la, como o fim da exclusividade do penhor que assegurava crédito barato à população de baixa renda”.

A parlamentar alertou sobre o desmonte do banco público de dentro para fora, com políticas de redução do seu papel social, e denunciou as mudanças repentinas nas atividades dos empregados, cobrança de metas abusivas, descomissionamentos sumários, exclusão de postos de trabalho e transferências compulsórias, a fim de lograr êxito na entrega ao mercado do patrimônio público.  

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